segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Projeto britânico leva 'arte para todo lugar'







Um projeto artístico leva às ruas do Reino Unido, até 25 de agosto, a reprodução de centenas de consagradas obras de arte pertencentes às coleções de museus britânicos.
O projeto Art Everywhere (arte em todo lugar, em tradução livre), selecionou obras com a ajuda do voto online de pessoas do mundo inteiro. E espalhou 22 mil pôsteres das obras escolhidas em locais públicos, como shoppings, pontos de ônibus, paredes de prédio e até meios de transporte público.
A ambição dos organizadores é democratizar o acesso à arte e fazer "o maior show artístico do mundo".

Land art

Land art, Terraplenagem (inventado por Robert Smithson ), ou arte Terra é um movimento artístico no qual paisagem e obra de arte são indissociáveis. É também uma arte forma que é criado na natureza , usando -primas naturais , como o solo , rocha (cama de pedra, pedregulhos, pedras), a mídia orgânica (troncos, galhos, folhas ) eágua com materiais introduzidos, tais como concreto , metais , asfalto , ou mineral pigmentos . Esculturas não são colocadas na paisagem, em vez disso, a paisagem é o meio de sua criação. Muitas vezes terraplanagemequipamento está envolvido. As obras frequentemente existem a céu aberto, localizado bem longe da civilização, da esquerda para mudar e corroer em condições naturais. Muitos dos primeiros trabalhos, criados nos desertos do Nevada, Novo México, Utah e Arizona foram efêmero por natureza e agora só existe como gravações de vídeo oufotográficas documentos. Eles também pioneira a categoria de arte chamada escultura site-specific , projetado para um local ao ar livre particular.

Land art é para ser entendido como um protesto artístico contra a artificialidade percebido, a estética plástica ea comercialização implacável da arte no final da década de 1960 na América .
Land art foi inspirada pela arte minimal e arte conceitual , mas também pelos movimentos modernos, como De Stijl , o cubismo , o minimalismo ea obra de Constantin Brâncuşi e Joseph Beuys . Muitos dos artistas associados com a arte da terra tinha sido envolvido com a arte minimalista e arte conceitual . Isamu Noguchi projeto 's 1941 para Playground contornos em Nova York às vezes é interpretada como uma peça importante no início da land art, embora o próprio artista nunca chamou o seu trabalho "land art", mas simplesmente "escultura". Sua influência na arte contemporânea terra, arquitetura da paisagem e escultura ambiental é evidente em muitas obras hoje.

Alguns dos principais artistas hoje em dia são o Jim Denevan e o Vik Muniz.

Jim Denevan (nascido em 1961) é um americano cozinheiro e artista que cria temporária land art . Ele trabalha com materiais naturais para criar enormes escala desenhos na areia, gelo e do solo. Suas esculturas não são colocadas na paisagem, em vez disso, a paisagem é o meio de sua criação. Muitas vezes aérea fotografia ou vídeoé necessário para compreender o trabalho final.
                                                

Vik Muniz nascido em 1961, São Paulo , Brasil, é um artista visual que vive em Nova York. Inicialmente, um escultor, Muniz ficou interessado com as representações fotográficas de seu trabalho, eventualmente, focar completamente em fotografia . Trabalhando principalmente em série, Muniz incorpora o uso de objetos do cotidiano, tais como diamantes, açúcar, linha, calda de chocolate e lixo em sua prática para criar, imagens irônico e muitas vezes enganosa ousada, adquirida a partir das páginas de cultura pop e história da arte. Seu trabalho tem sido recebida com tanto sucesso comercial e aclamação da crítica, e tem sido exibido em todo o mundo. Sua exposição individual no MAM, no Rio de Janeiro ficou em segundo lugar apenas para Picasso em registros de atendimento.
Em 2010, Muniz foi destaque no documentário Lixo Extraordinário , dirigido por Lucy Walker , que contou com o trabalho de Muniz em um dos maiores do mundo lixões , Jardim Gramacho , na periferia do Rio de Janeiro . O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Documentário nos Prémios da Academia 83.
                                                

Postagem de Artes_ Inhotim, o melhor passeio que você ainda não fez



A galeria de Matthew Barney, por fora
O que há de novo para dizer sobre Inhotim que ninguém tenha dito antes? Ainda estou para ler algum relato sóbrio — que dirá decepcionado. A reação parece ser uma só: visitou, deslumbrou. Todo mundo vai com expectativas altíssimas criadas por visitantes anteriores, e ainda assim consegue sair maravilhado.
Matthew Barney em Inhotim
Talvez isso aconteça porque Inhotim não se entrega totalmente por imagens. A visita a Inhotim é indescritível, na acepção mais literal da palavra. Você pode até achar que já viu isso antes — um jardim de esculturas, um museu dentro de um parque — mas a dimensão do lugar, e a relação das obras com o espaço, fazem da visita a Inhotim uma experiência singular.
Diango Hernández em Inhotim
E quem está falando (presente!) não é um rato de museu, não. Tenho pouca paciência com o gênero. 90 minutos, duas horas no máximo é o que agüento antes de virar abóbora. Até a cara de conteúdo eu costumo perder no meio do caminho. Em museus grandes e sobretudo em bienais acabo sofrendo uma overdose conceitual. Entro em coma artístico.
Adriana Varejão no Inhotim
Adriana Varejão no Inhotim
Mas não, isso não aconteceu comigo em Inhotim.
Eu não entendo xongas de arte, mas pelo jeito que fui tocado por tudo o que vi, me arrisco a palpitar que a curadoria busca obras que causem impacto também no público leigo. Nada passa batido. Pelo menos algum dos seus sentidos vai entender por que aquilo foi posto lá para você contemplar (às vezes, interagir).
Cildo Meirelles no Inhotim
Outro fator que certamente contribui para você não sofrer uma indigestão cerebral — e aqui tenho certeza de não estar falando besteira — é a existência de um respiro na sua visita entre uma obra e outra. No caminho entre uma galeria e a próxima você descansa a vista e a cabeça admirando o paisagismo (e o mato!) de Inhotim. Dá tempo de refletir, digerir e ficar com vontade de entrar na próxima.
Inhotim
Depois da terceira galeria, me senti num parque temático de arte contemporânea. Um Universal Studios Islands of Adventure cabeça — em que as atrações não são brinquedos, mas galerias de artistas. (Até brinquei: põe uma montanha russa, e dá pra inaugurar uma filial na Flórida!)
Galeria de Miguel Rio Branco no Inhotim
Miguel Rio Branco no Inhotim
Miguel Rio Branco no Inhotim
Mais uma semelhança: já está difícil visitar o museu inteiro num dia só. Novas galerias ocupam espaços mais distantes da entrada. A terceira onda do Inhotim são as instalações site-specific: o artista selecionado escolhe um local determinado (a specific site…) e cria não apenas a obra para aquele lugar, como interefere na concepção do edifício que vai abrigar a obra. Me belisca: tamo mesmo no Brasil?
Galeria de Doug Aitken no Inhotim
Não vou destacar obras, porque sei que não vi algumas das mais bacanas. (Minha visita foi feita na carona de uma press trip para mostrar as novidades 2010 a jornalistas de arte e cultura, então não deu tempo de conferir muitas das obras emblemáticas do Inhotim.) Acho mais importante dizer que, se você puder, estenda a sua visita em mais um dia. Ou fique com mais uma desculpa para voltar o mais breve possível a Belo Horizonte.
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no InhotimRicardo Freire • 22 setembro, 2010

Postagem de Artes_ Apropriação

                                                          Apropriação 

Outros Nomes: Simulacionismo 

 Definição: O termo é empregado pela história e pela crítica de arte para indicar a incorporação de objetos extra-artísticos, e algumas vezes de outras obras, nos trabalhos de arte. O procedimento remete às colagens cubistas e às construções de Pablo Picasso e Georges Braque, realizadas a partir de 1912. Nesse momento do cubismo sintético, elementos heterogêneos - recortes de jornais, pedaços de madeira, cartas de baralho, caracteres tipográficos, entre outros - são agregados à superfície das telas. As apropriações, na base das colagens, representam um ponto de inflexão na arte do século XX, na medida em que libertam o artista do jugo da superfície. Desde esse momento, a técnica é largamente empregada em diferentes escolas e movimentos artísticos, com sentidos muito variados. Picasso encontra no novo recurso um instrumento de experimentação inigualável, que tem início com Copo e Garrafa de Suze, 1912.


Postagem e Artes_ Dadaísmo

O dadaísmo foi um movimento artístico que surgiu na Europa (cidade suiça de Zurique) no ano de 1916. Possuía como característica principal a ruptura com as formas de arte tradicionais. Portanto, o dadaísmo foi um movimento com forte conteúdo anárquico. O próprio nome do movimento deriva de um termo inglês infantil: dadá (brinquedo, cavalo de pau). Daí, observa-se a falta de sentido e a quebra com o tradicional deste movimento.

Características principais do dadaísmo:

           - Objetos comuns do cotidiano são apresentados de uma nova forma e dentro de um                         contexto artístico;
- Irreverência artística;
- Combate às formas de arte institucionalizadas;
- Crítica ao capitalismo e ao consumismo;
- Ênfase no absurdo e nos temas e conteúdos sem lógica;
- Uso de vários formatos de expressão (objetos do cotidiano, sons, fotografias, poesias, músicas, jornais, etc) na composição das obras de artes plásticas;
- Forte caráter pessimista e irônico, principalmente com relação aos acontecimentos políticos do mundo.

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Inhotim terá programação especial dedicada à fotografia

Em referência ao Dia Mundial da Fotografia, comemorado em 19 de agosto, instituto vai realizar exposições e oficinas, entre outras atividade

Pavilhão dedicado ao fotógrafo Miguel Rio Branco (Daniela Paoliello/Divulgação)
Pavilhão dedicado ao fotógrafo Miguel Rio Branco


O Dia Mundial da Fotografia é comemorado em 19 de agosto. Este ano, o Instituto Inhotim preparou programação especial dedicada a essa linguagem.

Nos jardins, as estações Fotocaixas e Fotografia da Memória revelam segredos dos laboratórios de imagens. Nos fins de semana, das 11h às 15h, o visitante tem à disposição a oficina Das experiências científicas às experiências da arte, voltada para técnicas do fotograma e do pinhole.

Outro programa bacana: a visita especial ao pavilhão dedicado a Miguel Rio Branco, mestre da fotografia brasileira. Nos fins de semana, o grupo sai da recepção do Inhotim às 14h30.

A agenda se estende às redes sociais. Fotos do parque publicadas no Instagram com a hashtag #inhotim podem ser visualizadas na galeria disponível na página do instituto no Facebook. Imagens clicadas pelos visitantes compõem a linha do tempo da instituição

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

arte conteporanea
 
A arte contemporânea é construída não mais necessariamente com o novo e o original, como ocorria no Modernismo e nos movimentos vanguardistas. Ela se caracteriza principalmente pela liberdade de atuação do artista, que não tem mais compromissos institucionais que o limitem, portanto pode exercer seu trabalho sem se preocupar em imprimir nas suas obras um determinado cunho religioso ou político.

Esta era da história da arte nasceu em meados do século XX e se estende até a atualidade, insinuando-se logo depois da Segunda Guerra Mundial. Este período traz consigo novos hábitos, diferentes concepções, a industrialização em massa, que imediatamente exerce profunda influência na pintura, nos movimentos literários, no universo ‘fashion’, na esfera cinematográfica, e nas demais vertentes artísticas. Esta tendência cultural com certeza emerge das vertiginosas transformações sociais ocorridas neste momento.
Os artistas passam a questionar a própria linguagem artística, a imagem em si, a qual subitamente dominou o dia-a-dia do mundo contemporâneo. Em uma atitude metalingüística, o criador se volta para a crítica de sua mesma obra e do material de que se vale para concebê-la, o arsenal imagético ao seu alcance.
Nos anos 60 a matéria gerada pelos novos artistas revela um caráter espacial, em plena era da viagem do Homem ao espaço, ao mesmo tempo em que abusa do vinil. Nos 70 a arte se diversifica, vários conceitos coexistem, entre eles a Op Art, que opta por uma arte geométrica; a Pop Art, inspirada nos ídolos desta época, na natureza celebrativa desta década – um de seus principais nomes é o do imortal Andy Warhol; o Expressionismo Abstrato; a Arte Conceitual; o Minimalismo; a Body Art; a Internet Street e a Art Street, a arte que se desenvolve nas ruas, influenciada pelo grafit e pelo movimento hip-hop. É na esteira das intensas transformações vigentes neste período que a arte contemporânea se consolida.
Ela realiza um mix de vários estilos, diversas escolas e técnicas. Não há uma mera contraposição entre a arte figurativa e a abstrata, pois dentro de cada uma destas categorias há inúmeras variantes. Enquanto alguns quadros se revelam rigidamente figurativos, outros a muito custo expressam as características do corpo de um homem, como a Marilyn Monroe concebida por Willem de Kooning, em 1954. No seio das obras abstratas também se encontram diferentes concepções, dos traços ativos de Jackson Pollok à geometrização das criações de Mondrian. Outra vertente artística opta pelo caos, como a associação aleatória de jornais, selos e outros materiais na obra Imagem como um centro luminoso, produzida por Kurt Schwitters, em 1919.
Os artistas nunca tiveram tanta liberdade criadora, tão variados recursos materiais em suas mãos. As possibilidades e os caminhos são múltiplos, as inquietações mais profundas, o que permite à Arte Contemporânea ampliar seu espectro de atuação, pois ela não trabalha apenas com objetos concretos, mas principalmente com conceitos e atitudes. Refletir sobre a arte é muito mais importante que a própria arte em si, que agora já não é o objetivo final, mas sim um instrumento para que se possa meditar sobre os novos conteúdos impressos no cotidiano pelas velozes transformações vivenciadas no mundo atual.

Artistas criam objetos incríveis com reciclagem de lixo

Conheça alguns trabalhos da exposição My waste is your waste, que mostra como lixo reciclado vira obras de arte e objetos de design nas mãos de holandeses e brasileiros

São Paulo - O Museu da Imagem de Breda, na Holanda, fica em um prédio com mais de oitos séculos de idade que recebeu na década de 1990 anexos sofisticados com arquitetura industrial e grandes cortinas de vidro. Mas, até setembro, um dos principais temas debatidos entre as suas paredes será o lixo. É que o edifício recebe a exposição My Waste is your Waste (Meus restos são seus restos) com objetos úteis e obras de arte criadas por brasileiros e holandeses com base em embalagens, móveis quebrados, eletrodomésticos antigos e até pedaços de carros. As peças incríveis ajudam a refletir sobre o valor do lixo. “Todos nós produzimos resíduos, independentemente de onde estivermos no planeta”, disseram as curadoras Joanna van der Zanden, da Holanda, e Mara Gama, do Brasil, em comunicado à imprensa. “Restos de embalagens, tecidos, lixo eletrônico, objetos quebrados, sucatas de veículos e entulho da construção são as sobras da nossa riqueza, consideradas inúteis e jogadas fora ou deixadas para trás. Mas os resíduos podem também ser relevantes e usados para criar novos produtos”, explicam.
Participam da exposição os brasileiros Thiago Bender e Rodrigo Bueno, artistas, e Christian Ullmann, designer; e os holandeses Klaas Kuiken, designer, Jan Eric Visser, artista visual, além do coletivo de arquitetos e designers Refunc. A primeira parte da exposição aconteceu em novembro de 2012, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. Nos dois países, os artistas trabalharam juntos em um ateliê aberto ao público.

Obras de Pablo Picasso
 
Ciência e Caridade (1897):
Pablo Picasso pintou esta obra com apenas 16 anos de idade. Inspirada em temas de realismo social, o quadro de grandes dimensões – 197cm x 249cm – mostra a formação acadêmica de Pablo Picasso.
Ciência e Caridade, 1897
Ciência e Caridade, 1897
  •  A Espera – Margot (1901):

    Nesta tela, nota-se a influência do neo-impressionismo e de pintores como Van Gogh e Toulouse-Lautrec. Pablo Picasso pinta o tema na diagonal, entre uma área escura e outra de cor, composta de pequenas pinceladas verdes, vermelhas e amarelas. No centro, ressalta-se o vermelho puro e a pose ambígua da mulher retratada.
    Margot, 1901
    Margot, 1901
  • Velho Guitarrista (1903):

    Obra realizada durante a chamada “fase azul” de Pablo Picasso, em que ele reduz sua paleta de cores a tons de azul e se dedica a temas melancólicos e sombrios. É visível a influência do mestre El Grego, especialmente na deformação das mãos.
    O Velho Guitarrista, 1903
    O Velho Guitarrista, 1903
  •  Boy leading a horse (1906):

    Quadro pintado na “fase rosa” de Pablo Picasso, quando os tons de azul são substituídos por escalas de rosa, bege, branco e, pontualmente, vermelhos. Os formas frágeis e arcaicas ainda denotam certa melancolia, mas com um tema mais lúdicos: o circo.
    Boy leading a horse, 1906
    Boy leading a horse, 1906
     
  • Joinville ganha nova galeria de arte, a El Clandestino

    Joinville ganha nova galeria de arte, a El Clandestino Diorgenes Pandini/Agencia RBS 

     

      O trecho ermo da rua Ministro Calógeras, na área central  de Joinville, aos poucos começa a ganhar vida. Entre prédios comerciais, salas fechadas ou casas abandonadas, surgem espaços para oxigenar a veia cultural da cidade.

    É ali, escondida entre um conjunto de salas comerciais, no tímido número 289 que surge El Clandestino, a nova galeria de arte joinvilense, que abre as portas ao público no dia 22.

    O espaço, diferente das grandes galerias, abriga no mesmo lugar a agência Patropi Comunica, que também atua na Capital, comandada aqui pelos designers João Guilherme da Costa e Sara Pinnow. O estopim para a criação da galeria surgiu após o evento INConsciente Coletivo, que reúne diversos artistas e designers. O casal percebeu que havia dezenas de artistas de região com talento mas sem espaço para divulgar seus trabalhos.

    — Aqui um espaço completa o outro, percebemos que há uma conexão — explica Sarah.

    A cada dois meses, dois artistas poderão expor suas obras no local. Para a estreia, o artista plástico e curador do Museu de Arte de Joinville, Adriano Horn, inaugura a parede branca com a série Árvores, com 12 telas de acrílica e óleo sobre papel e tela de algodão. Do outro lado da sala, Luis Gustavo Meneghim, monta sua exposição.

    A ideia é estimular a rotatividade das obras expostas, para que mais artistas possam fazer parte da galeria e fomentar o espaço de cultura e arte da cidade. O casal também pretende ser a ponte entre o autor e o público, e também planeja ações de intervenção nas baladas próximas à galeria. A parede do estacionamento ainda está pálida, mas em breve servirá de tela para os interessados.

    De acordo com João Guilherme, não há restrição de artistas ou objetos a serem expostos, desde que, obviamente, sejam adaptáveis ao espaço oferecido.

    Jac Leirner

    Jac Leirner expõe na ‘White Cube’, em Londres, após 8 anos afastada do circuito internacional



    
A artista plástica Jac Leirner, que ganha exposição na White Cube de Londres.
Foto: Vivian Oswald
    LONDRES - Exatos 20 anos depois do primeiro convite, que recusou, a artista plástica paulistana Jac Leirner finalmente expõe, a partir desta quinta-feira, na galeria White Cube (Mason’s Yard) em Londres. Batizada de “Hardware Silk”, a mostra celebra seu retorno ao circuito internacional, com uma obra considerada mais madura, após oito anos de afastamento.Sem tirar os olhos dos jovens que ajudavam a montar a exposição — milhares de aparentes “quinquilharias” trazidas em imensos caixotes de madeira do Brasil e transformadas em 21 obras de arte —, Jac conversou com O GLOBO sobre sua trajetória até esta primeira exibição em Londres e admitiu que precisou de um tempo para si.
    — A vida não é só profissão. A existencialidade passa por longos caminhos até encontrar uma luzinha, um corpo, um lugar — afirma.
    Aos poucos, réguas, prumos, porcas e parafusos, cabos de aço e extensores vão ganhando forma. Acumulam-se no melhor estilo de Jac Leirner pelas paredes dos três salões do grande cubo de concreto que substituiu o prédio de uma antiga estação de força, bem no meio de um pátio compartilhado por elegantes galerias de arte e antiquários, no centro da capital britânica. Estes formam o “hardware”, pecinhas que Jac comprou ao longo dos anos em pequenas lojas de material de construção no Brasil.
    No meio da bagunça da montagem, depositadas sobre a mesa de apoio, há dezenas de caixas de papel de seda usado para enrolar cigarros. Coladas uma a uma, com o auxílio de saliva e a paciência de quem prepara o próprio cigarro, transformam-se em uma espécie de “pele”, com formato geométrico, que, depois de montada, irá se projetar da parede, em instalações. Aí está a parte “silk” (seda) da exposição.

    Jac Leirner



                      Jac Leirner  


       A prática conceitual de Jac Leirner inclui esculturas e instalações que primam pelo rigor formal.  A compulsão por acúmulo, ordem e classificação é transformada em estratégia construtiva em obras feitas com sacolas de compras, maços de cigarro, bilhetes aéreos, adesivos ou cartões de visita. Circuitos de trocas de idéias, mercadorias ou dinheiro são livremente mapeados com atenção especial para as transições entre o registro pessoal e o político, entre o cotidiano e o histórico.

    Manabu Mabe-Artes





    Manabu Mabe chegou ao Brasil ainda criança e, com a família, foi pintar fileiras de pés de café na natureza  do interior paulista, no início do século XX, um trabalho árduo debaixo do sol tropical. Mas também chovia e, nos feriados, com os lápis crayon trazidos da escola primária do Japão, ele retratava a paisagem em papel ou em sacos de café. Adulto, Mabe vende o cafezal e instala-se em São Paulo decidido a viver de sua arte. Pinta natureza-morta, corpo humano e se deixa seduzir pelo cubismo, mas seu destino é ser o pioneiro do abstracionismo no Brasil. Sua obra é vista em exposições nacionais e internacionais e, na esteira do sucesso de crítica e público, chega o reconhecimento na forma de importantes premiações. O artista, uma figura radiante e positiva, sempre aberta às melhores influências, registrou o belo e o calor das cores brasileiras, adotando um estilo único chamado de pintura gestual, que mistura a caligrafia japonesa com manchas cromáticas.

    arte moderna - porta dos fundos

    http://www.youtube.com/watch?v=0Dt8ZFihbno

    Pablo Picasso

    Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso, ou simplesmente Pablo Picasso (Málaga25 de outubro de 1881 — Mougins8 de abril de 1973), foi um pintorescultor e desenhista espanhol, tendo também desenvolvido a poesia.
    Foi reconhecidamente um dos mestres da arte do século XX. É considerado um dos artistas mais famosos e versáteis de todo o mundo, tendo criado milhares de trabalhos, não somente pinturas, mas também esculturas e cerâmica, usando, enfim, todos os tipos de materiais. Ele também é conhecido como sendo o co-fundador do Cubismo, junto com Georges Braque.

    Ficheiro:Pablo picasso.jpg

    jac leiner


    Jac Leirner expõe na ‘White Cube’, em Londres, após 8 anos afastada do circuito internacional



    LONDRES - Exatos 20 anos depois do primeiro convite, que recusou, a artista plástica paulistana Jac Leirner finalmente expõe, a partir desta quinta-feira, na galeria White Cube (Mason’s Yard) em Londres. Batizada de “Hardware Silk”, a mostra celebra seu retorno ao circuito internacional, com uma obra considerada mais madura, após oito anos de afastamento.
    Sem tirar os olhos dos jovens que ajudavam a montar a exposição — milhares de aparentes “quinquilharias” trazidas em imensos caixotes de madeira do Brasil e transformadas em 21 obras de arte —, Jac conversou com O GLOBO sobre sua trajetória até esta primeira exibição em Londres e admitiu que precisou de um tempo para si.
    — A vida não é só profissão. A existencialidade passa por longos caminhos até encontrar uma luzinha, um corpo, um lugar — afirma.
    Aos poucos, réguas, prumos, porcas e parafusos, cabos de aço e extensores vão ganhando forma. Acumulam-se no melhor estilo de Jac Leirner pelas paredes dos três salões do grande cubo de concreto que substituiu o prédio de uma antiga estação de força, bem no meio de um pátio compartilhado por elegantes galerias de arte e antiquários, no centro da capital britânica. Estes formam o “hardware”, pecinhas que Jac comprou ao longo dos anos em pequenas lojas de material de construção no Brasil.
    No meio da bagunça da montagem, depositadas sobre a mesa de apoio, há dezenas de caixas de papel de seda usado para enrolar cigarros. Coladas uma a uma, com o auxílio de saliva e a paciência de quem prepara o próprio cigarro, transformam-se em uma espécie de “pele”, com formato geométrico, que, depois de montada, irá se projetar da parede, em instalações. Aí está a parte “silk” (seda) da exposição.


    Scott Wade: arte em carros sujos

       Escrever “Lave-me” nas janelas empoeiradas de carros já virou clichê, mas fazer arte com essa poeira é totalmente novo. E foi assim, com a Dirty Car Art, que Scott Wade chamou atenção do mundo.
    Morador do Texas e frequentador das estradas de terra seca do estado, Scott se acostumou a ver para-brisas imundos nos carros da sua cidade.
    Então, nasceu a ideia de usar esses vidros sujos como matéria-prima para sua arte, usando como ferramentas suas mãos e alguns pincéis. O trabalho é majoritariamente feito no seu próprio carro ou no de sua mulher, mas Scott já criou em muitos carros desconhecidos.

    Entre seus desenhos, estão criações próprias, reproduções de famosas obras-primas e retratos de pessoas famosas como Einstein e até o nosso Ronaldinho Gaúcho. Confira:











    Jac Leirner

    Jac Leirner 1961, São Paulo, SP Biografia: Filha do colecionador de arte Adolpho Leirner, formou-se em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo. Foi professora dessa mesma fundação, de 1987 a 1989. Em 1991 transferiu-se para os Estados Unidos, onde lecionou, como professora convidada, na Universidade de Oxford. Nessa mesma época, atuou como artista residente do Museu de Arte Moderna de Oxford e do The Walker Art Center de Minneapolis. Participou da Bienal de São Paulo (1983 e 1989), da Bienal de Veneza (1990 e 1997), da Documenta de Kassel (1992), entre outras mostras nacionais e internacionais. Individualmente, expôs no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. De novembro de 1997 a janeiro de 1998, expôs algumas obras do período de 1987 a 1997 no Atelier Finep do Paço Imperial, no Rio de Janeiro. Compunham a mostra as instalações Corpus Delicti, Todos os Cem, Nomes e Foi um Prazer. Em 2002, inaugurou a exposição Ad Infinitum, um resumo de quinze anos de produção, no Centro Cutural Banco do Brasil, Rio de Janeiro. A seu respeito escreveu Guy Brett: "Junto com uma série de outros artistas hoje, Jac Leirner propõe uma nova definição da poética, um tipo de intervenção que modifica os padrões de espaço e tempo em que nós, e os objetos, nos movemos. Uma nova maneira pela qual a vida pode vitalizar a arte ou a arte revelar a vida." Integra o acervo de museus do Brasil e do exterior.

    Arte Contemporânea

    A arte contemporânea é construída não mais necessariamente com o novo e o original, como ocorria no Modernismo e nos movimentos vanguardistas. Ela se caracteriza principalmente pela liberdade de atuação do artista, que não tem mais compromissos institucionais que o limitem, portanto pode exercer seu trabalho sem se preocupar em imprimir nas suas obras um determinado cunho religioso .