quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Queridos alunos!
Gostei muito das postagens de Artes e para a terceira etapa que começa aqui, vamos observar o seguinte:
*Não repetir reportagens postadas pelos colegas.
* Maior capricho na formatação dos textos.
* Não postar textos muito longos, que muitas vezes se tornam repetitivos.
Um grande abraço e boas pesquisas!
Vanessa

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Composta por vários artistas do Nordeste, incluindo os potiguares Sofia Bauchwitz e Marcelo Ghandi, a exposição fica em cartaz até dia 30

A busca pelo caráter questionador das expressões artísticas é o mote da Mostra Nordeste de Artes Visuais, que ocupa a Pinacoteca do Estado, entre 1 e 30 de agosto, com entrada catraca livre.
Juliano Mendes Hora

Obra de Christus Nóbrega – Experimento Para Corpo Polido II
A exposição propõe uma reflexão acerca dos rumos tomados pela pintura brasileira e mundial, a partir do olhar de uma nova geração de artistas, todos do Nordeste. Como em uma síntese da diversidade cultural brasileira, eles possuem em comum o fato de serem nordestinos, ao mesmo tempo em que suas produções não se limitam às questões regionais.
De acordo com José Rufino, curador, o elo que une os nomes selecionados é um paradoxo artístico: “A mostra possui um direcionamento semelhante ao ambiente globalizado em que vivemos. Comparando com as décadas anteriores, possuímos um cenário mais prolífico graças à tecnologia atual, que permitiu uma maior interação entre artistas, público e pesquisadores.”, afirma
Pinóquio, do artista plástico paulista Alex Cerveny, é uma mostra inédita premiada na 5ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça (Funarte/Minc) composta por sessenta e quatro gravuras em cliché-verre. O uso desta técnica foi escolhido pela contemporaneidade e se relaciona com o livro Aventuras de Pinóquio- História de um boneco, escrito por Carlo Collodi em 1883.
O cliché-verre foi um método inventado no final do século XIX e consiste na versão desenvolvida por Alex em chamuscar uma placa de vidro com uma vela, tornando-a opaca como uma película de fuligem e, em seguida, é feito o desenho sobre esta superfície com uma agulha ou objeto pontiagudo. O resultado é um negativo do qual será feito um contato fotográfico para, finalmente, ser impresso. As matrizes de vidro e fuligem foram produzidas pelo artista para o referido livro da Editora Cosac Naify.
O artista ainda realizará uma oficina gratuita para crianças e adolescentes no dia 14 de agosto, das 14 às 17 horas. Nela os participantes poderão vivenciar técnicas de projeção inspiradas em Pinóquio e baseadas em técnicas utilizadas por um dos maiores animadores da história do cinema mundial: Lotte Reiniger.
Conexão Dual - Diálogos Gravados, com gravuras das artistas gaúchas Arlete Santarosa e Lana Lanna, é uma homenagem do Marco à artista Lana Lanna, falecida em 2011. A mostra, que participou da 4ª Temporada de Exposição de 2008, foi doada pela família da artista e sua parceira de trabalho, Arlete Santarosa, para o Museu.
A exposição une a técnica de xilogravura de Arlete e de metal de Lana, estabelecendo conexões gráficas entre seus percursos criadores, apresentando o modo particular de cada uma se relacionar com a vida e com a arte. Como ponto de partida para o diálogo, foram usadas gravuras que, trocadas entre as duas, serviram como referência para leitura e interpretação na sequência de uma nova imagem, sempre respeitando a individualidade de cada uma.
Admirável Mundo Novo, fotografias e instalações do designer, fotógrafo, artista gráfico e arquiteto campo-grandense Lula Ricardi, é uma narrativa inspirada na obra do escritor Aldous Huxley “Adimirável Mundo Novo”, que conta uma fábula futurista e desumanizada cada vez mais parecida com os dias atuais em um mundo despreocupado com o equilíbrio e o pensamento humanista, que estabelece o consumo e a massificação como condição existencial. Lula faz uma narrativa a ser apresentada a partir dessa lógica, abstraindo a massificação simbolicamente por meio de cenas da existência através da imagem fotográfica.
Estruturas Urbanas, gravuras do campo-grandense William Menkes, é a investigação de estruturas da cidade de Campo Grande feitas de ferro. Fotografadas e recortadas pelo artista, as peças deram vida às gravuras em metal por meio de linhas minuciosas que estabelecem a relação entre espaço e profundidade, expandindo o desenho.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Inhotim- Arte Contemporanea


Inhotim é um complexo museológico com sede em um campus de 97 ha, pontuado por uma série de pavilhões que abrigam obras de arte e por esculturas ao ar livre. O surgimento do Inhotim no cenário das instituições culturais brasileiras tem, desde o início, a missão de criar um acervo artístico e de definir estratégias museológicas que possibilitem o acesso da comunidade aos bens culturais. Nesse sentido, trata-se de aproximar o público de um relevante conjunto de obras, produzidas por artistas de diferentes partes do mundo, refletindo de forma atual sobre as questões da contemporaneidade.

Hoje, Inhotim é a única instituição brasileira que exibe continuamente um acervo de excelência internacional de arte contemporânea.

Graças a uma série de contextos específicos, Inhotim oferece um novo modelo distante daquele dos museus urbanos. A experiência do Inhotim está em grande parte associada ao desenvolvimento de uma relação espacial entre arte e paisagem, que possibilita aos artistas criarem e exibirem suas obras em condições únicas. O espectador é convidado a percorrer jardins, paisagens de florestas e ambientes rurais, perdendo-se entre lagos, trilhas, montanhas e vales, estabelecendo uma vivência ativa do espaço.

Novos projetos são inaugurados periodicamente, incluindo obras criadas site-specific para o local e recortes monográficos e temáticos do acervo, fazendo do Inhotim um lugar em contínua transformação.



Inhotim- Arte Contemporanea


Inhotim é um complexo museológico com sede em um campus de 97 ha, pontuado por uma série de pavilhões que abrigam obras de arte e por esculturas ao ar livre. O surgimento do Inhotim no cenário das instituições culturais brasileiras tem, desde o início, a missão de criar um acervo artístico e de definir estratégias museológicas que possibilitem o acesso da comunidade aos bens culturais. Nesse sentido, trata-se de aproximar o público de um relevante conjunto de obras, produzidas por artistas de diferentes partes do mundo, refletindo de forma atual sobre as questões da contemporaneidade.

Hoje, Inhotim é a única instituição brasileira que exibe continuamente um acervo de excelência internacional de arte contemporânea.

Graças a uma série de contextos específicos, Inhotim oferece um novo modelo distante daquele dos museus urbanos. A experiência do Inhotim está em grande parte associada ao desenvolvimento de uma relação espacial entre arte e paisagem, que possibilita aos artistas criarem e exibirem suas obras em condições únicas. O espectador é convidado a percorrer jardins, paisagens de florestas e ambientes rurais, perdendo-se entre lagos, trilhas, montanhas e vales, estabelecendo uma vivência ativa do espaço.

Novos projetos são inaugurados periodicamente, incluindo obras criadas site-specific para o local e recortes monográficos e temáticos do acervo, fazendo do Inhotim um lugar em contínua transformação.



Inhotim- Arte Contemporanea


Inhotim é um complexo museológico com sede em um campus de 97 ha, pontuado por uma série de pavilhões que abrigam obras de arte e por esculturas ao ar livre. O surgimento do Inhotim no cenário das instituições culturais brasileiras tem, desde o início, a missão de criar um acervo artístico e de definir estratégias museológicas que possibilitem o acesso da comunidade aos bens culturais. Nesse sentido, trata-se de aproximar o público de um relevante conjunto de obras, produzidas por artistas de diferentes partes do mundo, refletindo de forma atual sobre as questões da contemporaneidade.

Hoje, Inhotim é a única instituição brasileira que exibe continuamente um acervo de excelência internacional de arte contemporânea.

Graças a uma série de contextos específicos, Inhotim oferece um novo modelo distante daquele dos museus urbanos. A experiência do Inhotim está em grande parte associada ao desenvolvimento de uma relação espacial entre arte e paisagem, que possibilita aos artistas criarem e exibirem suas obras em condições únicas. O espectador é convidado a percorrer jardins, paisagens de florestas e ambientes rurais, perdendo-se entre lagos, trilhas, montanhas e vales, estabelecendo uma vivência ativa do espaço.

Novos projetos são inaugurados periodicamente, incluindo obras criadas site-specific para o local e recortes monográficos e temáticos do acervo, fazendo do Inhotim um lugar em contínua transformação.



Inhotim- Arte Contemporanea


Inhotim é um complexo museológico com sede em um campus de 97 ha, pontuado por uma série de pavilhões que abrigam obras de arte e por esculturas ao ar livre. O surgimento do Inhotim no cenário das instituições culturais brasileiras tem, desde o início, a missão de criar um acervo artístico e de definir estratégias museológicas que possibilitem o acesso da comunidade aos bens culturais. Nesse sentido, trata-se de aproximar o público de um relevante conjunto de obras, produzidas por artistas de diferentes partes do mundo, refletindo de forma atual sobre as questões da contemporaneidade.

Hoje, Inhotim é a única instituição brasileira que exibe continuamente um acervo de excelência internacional de arte contemporânea.

Graças a uma série de contextos específicos, Inhotim oferece um novo modelo distante daquele dos museus urbanos. A experiência do Inhotim está em grande parte associada ao desenvolvimento de uma relação espacial entre arte e paisagem, que possibilita aos artistas criarem e exibirem suas obras em condições únicas. O espectador é convidado a percorrer jardins, paisagens de florestas e ambientes rurais, perdendo-se entre lagos, trilhas, montanhas e vales, estabelecendo uma vivência ativa do espaço.

Novos projetos são inaugurados periodicamente, incluindo obras criadas site-specific para o local e recortes monográficos e temáticos do acervo, fazendo do Inhotim um lugar em contínua transformação.



Inhotim- Educativo

O Inhotim também é um espaço educativo para crianças e jovens

Instituto Inhotim, em parceria com o poder público e a iniciativa privada, desenvolve programas destinados a estudantes e professores da rede de ensino visando à ampliação do acesso, à formação de público, ao uso da arte como leitura da contemporaneidade e à difusão de iniciativas e projetos avançados na área ambiental.
Os programas oferecem aos participantes a oportunidade de exercitar a aprendizagem fora do ambiente escolar, num local que favorece a prática da interdisciplinaridade, e propõe a execução de projetos que envolvam professores, agentes comunitários e estudantes. Entre janeiro de 2008 e setembro de 2009, foram contempladas 312 escolas, sendo atendidos mais de 31 mil alunos e três mil professores.




Inhotim- Inclusão e Cidadania

A área de Inclusão e Cidadania articula os eixos da experiência participativa e do exercício da diversidadecultural e social, por meio de programas desenvolvidos com a população dos municípios do entorno do Inhotim, os grupos sociais organizados, os segmentos empresariais, o setor público e com as instituições de cultura e tradição na região.

Inhotim se insere na vida social, econômica e cultural da região e contribui para a melhoria da qualidade de vida da população que ali vive e trabalha. Assim, mostra a crença na capacidade da ação coletiva, que constrói possibilidades de exercício da cidadania.

Identificar, valorizar, incorporar e revitalizar o patrimônio material e imaterial de uma comunidade pressupõe retomar sua história, seu território, suas tradições e investir nos significados que expressam a capacidade de uma população para enfrentar as adversidades e escrever a própria trajetória.


Artistas mogianos conhecem detalhes da arte copista

Artistas mogianos conhecem detalhes da arte copista

Profissional do Museu do Louvre ensinou a técnica.
Detalhes são importantes na reprodução de grandes obras.


Em um ateliê de Mogi das Cruzes artistas plásticos puderam conhecer a arte copista. A técnica consiste em copiar quadros de grandes mestres da pintura. Eles participaram de um curso há alguns dias realizado pela copista Alejandra Cabrera. Ela nasceu em Santiago, no Chile, mas vive na França há quase 35 anos.
A copista, que aproveita férias no Brasil, faz parte de um pequeno grupo de profissionais que têm autorização para fazer cópias de obras originais que ficam no Museu do Louvre. O trabalho apresentado por Alejandra no ateliê chamou a atenção dos alunos pelos detalhes.
A copista conta que demora de dois a quatro meses para entregar um quadro e que a técnica tem dois pontos importantes: o primeiro é que todo mundo pode aprender, já o segundo é o dom que nasce com cada um. Ela orientou também aos participantes que sempre observem uma obra de arte sob o ponto de vista técnico, histórico e também do artista que a criou.
A professora Elaine Piccini é uma das alunas do curso que escolheu reproduzir um quadro de Renoir. Ela explica que a arte copista é muito diferente das outras. “É feita com paciência, observação e detalhes. Por isso, leva muito tempo para finalizar o trabalho.”
O aposentado Moacyr Palhares é um apaixonado pela arte e já viajou o mundo para conhecer obras interessantes. “Eu já estive no Louvre na França, nos museus do Vaticano na Itália, em Veneza e em Florença, o berço do renascentismo. Eu quero aprender a técnica dos grandes mestres da pintura de toda a humanide”, resume Palhares.

Festival de esquetes começa hoje em Porto Alegre

Festival de esquetes começa hoje em Porto Alegre

Apresentações ocorrem até 21 de outubro na Casa de Cultura

Espetáculo ´Bonn Apetit´ ganha apresentação hoje, a partir das 18h30min<br /><b>Crédito: </b> Mel Hellade / Divulgação / CP
Espetáculo ´Bonn Apetit´ ganha apresentação hoje, a partir das 18h30min
Crédito: Mel Hellade / Divulgação / CP
Começa nesta segunda-feira o III Festival de Esquetes da CCMQ (Andradas, 736), em Porto Alegre, com cinco apresentações, a partir das 18h30min, que seguem até 21 de outubro, sempre às segundas-feiras, totalizando 57 exibições. A mostra competitiva de tema livre foi aberta à participação de artistas e grupos de artes cênicas, amadores ou profissionais. Haverá premiação em dinheiro para os três melhores colocados. As apresentações serão todas em espaços alternativos da Casa, como escadas, hall, passarelas e corredores.

A programação desta segunda começa com “Carne com Ovo”, em que um freguês insiste em pedir um pastel de um sabor que não tem. Em “Pobres Artistas”, uma jovem, em visita ao Rio de Janeiro, pretende assistir a um espetáculo de teatro, mas é informada de que há apenas espetáculos estrangeiros. “Poemas de Amor” traz uma performance que parte de imagens de Vênus, misturando poesia de diversos autores. Já em “Bonn´Apetit”, o palhaço Maestro Garçom vive uma realidade confusa e fantástica.
Fonte: Correio do Povo

“Rede de Arte” reunirá sete artistas na Casa do Parque.

“Rede de Arte” reunirá sete artistas na Casa do Parque.

Foto: Reprodução

A Casa do Parque abre as portas neste dia 22 de agosto, quinta-feira, às 19 horas, para a coletiva “Rede de Arte” que reunirá artes plásticas, escultura e fotografia assinadas pelos artistas Capucine Picicaroli, Dwanski, Miguel Penha, Rimaro, Rodrigo Sávio, Ordi Calder e Thais Lino. O evento foi idealizado pela produtora cultural e curadora da exposição Fabíola Henri Mesquita que no ano de 2009 ganhou o Premio da FUNARTE – Iniciativa Criativa e Inovadora, produzido pela Secretaria de Empreendimentos Criativos do Ministério da Cultura.
“Criamos esta exposição pensando na manutenção da prática de linguagens artísticas levando à reflexão crítica com o objetivo de contribuir para o fomento e a difusão das expressões artísticas e o reconhecimento das artes produzidas no Mato Grosso”, explica Fabíola Mesquista.
Ainda de acordo com a curadora, a proposta permitirá que mais pessoas conheçam esses trabalhos, democratizando o acesso e contribuindo para a reflexão e o intercâmbio de ideias no campo das artes visuais, além de valorizar os trabalhos artísticos realizados neste Estado.
A coletiva reunirá num mesmo espaço obras de sete artistas de Cuiabá, Tangará da Serra, Chapada dos Guimarães e também de Campo Grande (MS) e com temas que vão do cerrado, cotidiano e festas populares, arte abstrata e geométrica à pop arte.
"A Casa do Parque abre agora uma mostra plural voltada para as diversas formas de arte. Teremos pintura, fotografia, escultura, técnicas mistas e vídeo-arte. Novos nomes capitaneados por Miguel Penha, que além de ser o grande artista que é trabalha pelo fomento cultural com sua esposa Fabiola Penha. Todos são muito bem vindos e com certeza vão agradar a plateia”, relata Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque.

Exposição investiga os caminhos da arte contemporânea

Exposição investiga os caminhos da arte contemporânea

A mostra “O Estado do Real” reúne gravura, pintura, escultura, olaria e outros gêneros artísticos

Divulgação
Divulgação
O artista Bruno Rios apresenta “Em terra de rei quem tem um olho é cego”
O projeto Panorama Contemporâneo apresenta a exposição “O Estado do Real”, de 23 de agosto a 6 de setembro, das 9h às 17h,   em uma casa alternativa no Bairro de Santa Lúcia. A entrada é Catraca Livre.
A partir do trabalho de cinco artistas mineiros – Susana Bastos, Roberto Bellini, Marina Rb, Ilan Waisberg, Hortência Abreu e Bruno Rios, a mostra investiga os domínios das técnicas e do uso de materiais tradicionais  na produção artística contemporânea. Serão exibidas obras de pintura, gravura, fundição, olaria e fotografia.

 

APAE promove festival de arte

APAE promove festival de arte

O evento reúne grupos artísticos com deficiência intelectual e/ou múltipla do Ceará
 
A Federação das Apaes do Estado do Ceará (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) realiza nesta terça-feira, 20, o VIII Festival Estadual Nossa Arte. O evento reúne grupos artísticos com deficiência intelectual e/ou múltipla do Ceará, profissionais, voluntários, familiares e sociedade geral.

De acordo com a federação, estão se apresentando grupos classificados em primeiro lugar nos festivais regionais vindos de vários municípios cearenses.

A APAE ressalta a importância do evento para realização de sonhos de artístas especiais que, segundo a associação, surpreende a sociedade pela "beleza, ritmo, musicalidade, sensibilidade, grandeza nas formas e cores e principalmente pelo profissionalismo no fazer a arte".

Manaus tem suas opções de arte em todos os lugares

Manaus tem suas opções de arte em todos os lugares

Espaços tradicionais e alternativos são centros de cultura e convivência na cidade
[ i ] Galeria do Largo tem bela exposição de Hadna Abreu
Manaus - Por entre as ruas movimentadas, por trás das buzinas dos motoristas afoitos no trânsito, entre as calçadas das avenidas e ruas, está uma das maiores capitais culturais do Norte: Manaus, profícia em manifestações artísticas, da música ao cinema, passando pelas artes visuais. Da zona centro-sul ao Centro, galerias expõem trabalhos de artistas locais, nacionais e até internacionais.
A ideia é estreitar as relações entre o público interessado e os criadores das obras. Além da possibilidade de se adquirir uma tela, os frequentadores acabam utilizando esses espaços como pontos de encontro.
A reportagem  foi, então, trilhar pelos tradicionais e conhecer os novos espaços da arte na cidade. Confira:
Galeria do Largo e Casa das Artes
Importantes espaços culturais fazem do Largo São Sebastião um ponto indispensável para quem gosta de arte. A Casa das Artes (Rua José Clemente, 560, Centro; Tel.: (92)3631-6227; aberta de terça a sexta-feira, das 10h às 21h; aos sábados e domingos, das 17h às 21h), uma simpática casa colorida em tons de laranja, amarelo, azul e branco, exibe, periodicamente, coleções de artistas locais. Mas, o espaço mais notável é a Galeria do Largo (Rua Costa Azevedo, 290, Centro; Tel.: (92) 3622 0618; aberta de terça a domingo, das 17h às 21h). Revitalizado em 2005 pela Secretaria de Cultura (SEC), o Casarão histórico abriga até o dia 15 de setembro, a exposição ‘Linhas do Tempo’ da artista plástica Hadna Abreu. Vinda de uma nova geração de artistas do Amazonas, Hadna, 24, inspirou-se nos avós (Terezinha, Naasson e Lúcia) e usa a arte urbana para desenvolver a temática as marcas do tempo nos indivíduos. Entre esculturas, ilustrações em papel, pinturas em afresco e pôsteres lambe-lambes a exposição totaliza 40 peças.

 

Vídeo-arte abre dimensão paralela para fãs de futebol em Buenos Aires

Os amantes do futebol, acostumados com reuniões em estádios, clubes e bares para assistir os jogos, podem também saciar o fanatismo em um museu de Buenos Aires que apresenta uma mostra de vídeo-arte sobre o esporte, que chega ao Brasil em 2014.
A exposição "Futebol: o jogo só acaba quando termina", que pode ser vista até o dia 22 de setembro no museu da Universidad Nacional de Tres de Febrero, retrata a paixão e as implicações culturais do esporte no mundo todo.
A exposição, uma iniciativa do Instituto Goethe do Rio de Janeiro, reúne obras de 20 artistas de distintas nacionalidades com apenas uma coisa em comum: o futebol.
"A mostra aborda o futebol como um fenômeno social e cultural. Explora as intersecções entre futebol, arte e sociedade", explicou à Agência Efe a curadora do museu que apresenta a exposição, Diana Wechsler.
A mostra está centrada no tema a partir de perspectivas muito diferentes, desde uma questão estética até o papel social que o futebol tem em distintas comunidades.
Wechsler destacou dentro da mostra um curta-metragem que aborda o papel feminino no Afeganistão e aponta que as mulheres que jogam futebol são vistas de outra forma no país.
Trata-se da obra da artista alemã Lela Ahmadzai, que retratou os obstáculos cotidianos das jogadoras da seleção afegã feminina de futebol.
"A mostra é dirigida ao público em geral, mas é uma exposição de vídeo-arte contemporânea sobre futebol, por isso os amantes da arte e os fanáticos do esporte estão fortemente convidados", afirmou Wechsler.
A curadora destacou que os torcedores muitas vezes veem os jogadores como "deuses" e que há uma obra de Paula Delgado que se refere à questão.
Delgado retratou o goleador uruguaio Edinson Cavani como Jesus Cristo e colocou, frente à imagem, um tapete vermelho para que as pessoas possam se ajoelhar a rezar.
"Mais que qualquer outro esporte, e muito mais que outro tipo de fenômeno social, o futebol pode se transformar em arte devido a sua estrutura narrativa, sua linguagem rica em imagens e sua riqueza alegórica", explicou o alemão Alfons Hug, responsável por selecionar as obras para a mostra.
Hug detalhou que "a exposição, que apresenta fotografias, vídeo e arte sonora, se propõe a dar uma visão do futebol atual e de suas implicações sociais e culturais" e qualificou o futebol como "uma poderosa metáfora da vida real".
O diretor do museu da Universidad Nacional de Tres de Febrero, Aníbal Jozami, afirmou que é possível apreciar "a riqueza de imagens, cores, emoções e a diversidade de situações sociais que inclui o futebol".
"Através da interpretação de artistas de diferentes países é oferecida uma perspectiva estética de grande qualidade sobre um fato social tão estendido", concluiu Jozami.

Projeto britânico leva 'arte para todo lugar'







Um projeto artístico leva às ruas do Reino Unido, até 25 de agosto, a reprodução de centenas de consagradas obras de arte pertencentes às coleções de museus britânicos.
O projeto Art Everywhere (arte em todo lugar, em tradução livre), selecionou obras com a ajuda do voto online de pessoas do mundo inteiro. E espalhou 22 mil pôsteres das obras escolhidas em locais públicos, como shoppings, pontos de ônibus, paredes de prédio e até meios de transporte público.
A ambição dos organizadores é democratizar o acesso à arte e fazer "o maior show artístico do mundo".

Land art

Land art, Terraplenagem (inventado por Robert Smithson ), ou arte Terra é um movimento artístico no qual paisagem e obra de arte são indissociáveis. É também uma arte forma que é criado na natureza , usando -primas naturais , como o solo , rocha (cama de pedra, pedregulhos, pedras), a mídia orgânica (troncos, galhos, folhas ) eágua com materiais introduzidos, tais como concreto , metais , asfalto , ou mineral pigmentos . Esculturas não são colocadas na paisagem, em vez disso, a paisagem é o meio de sua criação. Muitas vezes terraplanagemequipamento está envolvido. As obras frequentemente existem a céu aberto, localizado bem longe da civilização, da esquerda para mudar e corroer em condições naturais. Muitos dos primeiros trabalhos, criados nos desertos do Nevada, Novo México, Utah e Arizona foram efêmero por natureza e agora só existe como gravações de vídeo oufotográficas documentos. Eles também pioneira a categoria de arte chamada escultura site-specific , projetado para um local ao ar livre particular.

Land art é para ser entendido como um protesto artístico contra a artificialidade percebido, a estética plástica ea comercialização implacável da arte no final da década de 1960 na América .
Land art foi inspirada pela arte minimal e arte conceitual , mas também pelos movimentos modernos, como De Stijl , o cubismo , o minimalismo ea obra de Constantin Brâncuşi e Joseph Beuys . Muitos dos artistas associados com a arte da terra tinha sido envolvido com a arte minimalista e arte conceitual . Isamu Noguchi projeto 's 1941 para Playground contornos em Nova York às vezes é interpretada como uma peça importante no início da land art, embora o próprio artista nunca chamou o seu trabalho "land art", mas simplesmente "escultura". Sua influência na arte contemporânea terra, arquitetura da paisagem e escultura ambiental é evidente em muitas obras hoje.

Alguns dos principais artistas hoje em dia são o Jim Denevan e o Vik Muniz.

Jim Denevan (nascido em 1961) é um americano cozinheiro e artista que cria temporária land art . Ele trabalha com materiais naturais para criar enormes escala desenhos na areia, gelo e do solo. Suas esculturas não são colocadas na paisagem, em vez disso, a paisagem é o meio de sua criação. Muitas vezes aérea fotografia ou vídeoé necessário para compreender o trabalho final.
                                                

Vik Muniz nascido em 1961, São Paulo , Brasil, é um artista visual que vive em Nova York. Inicialmente, um escultor, Muniz ficou interessado com as representações fotográficas de seu trabalho, eventualmente, focar completamente em fotografia . Trabalhando principalmente em série, Muniz incorpora o uso de objetos do cotidiano, tais como diamantes, açúcar, linha, calda de chocolate e lixo em sua prática para criar, imagens irônico e muitas vezes enganosa ousada, adquirida a partir das páginas de cultura pop e história da arte. Seu trabalho tem sido recebida com tanto sucesso comercial e aclamação da crítica, e tem sido exibido em todo o mundo. Sua exposição individual no MAM, no Rio de Janeiro ficou em segundo lugar apenas para Picasso em registros de atendimento.
Em 2010, Muniz foi destaque no documentário Lixo Extraordinário , dirigido por Lucy Walker , que contou com o trabalho de Muniz em um dos maiores do mundo lixões , Jardim Gramacho , na periferia do Rio de Janeiro . O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Documentário nos Prémios da Academia 83.
                                                

Postagem de Artes_ Inhotim, o melhor passeio que você ainda não fez



A galeria de Matthew Barney, por fora
O que há de novo para dizer sobre Inhotim que ninguém tenha dito antes? Ainda estou para ler algum relato sóbrio — que dirá decepcionado. A reação parece ser uma só: visitou, deslumbrou. Todo mundo vai com expectativas altíssimas criadas por visitantes anteriores, e ainda assim consegue sair maravilhado.
Matthew Barney em Inhotim
Talvez isso aconteça porque Inhotim não se entrega totalmente por imagens. A visita a Inhotim é indescritível, na acepção mais literal da palavra. Você pode até achar que já viu isso antes — um jardim de esculturas, um museu dentro de um parque — mas a dimensão do lugar, e a relação das obras com o espaço, fazem da visita a Inhotim uma experiência singular.
Diango Hernández em Inhotim
E quem está falando (presente!) não é um rato de museu, não. Tenho pouca paciência com o gênero. 90 minutos, duas horas no máximo é o que agüento antes de virar abóbora. Até a cara de conteúdo eu costumo perder no meio do caminho. Em museus grandes e sobretudo em bienais acabo sofrendo uma overdose conceitual. Entro em coma artístico.
Adriana Varejão no Inhotim
Adriana Varejão no Inhotim
Mas não, isso não aconteceu comigo em Inhotim.
Eu não entendo xongas de arte, mas pelo jeito que fui tocado por tudo o que vi, me arrisco a palpitar que a curadoria busca obras que causem impacto também no público leigo. Nada passa batido. Pelo menos algum dos seus sentidos vai entender por que aquilo foi posto lá para você contemplar (às vezes, interagir).
Cildo Meirelles no Inhotim
Outro fator que certamente contribui para você não sofrer uma indigestão cerebral — e aqui tenho certeza de não estar falando besteira — é a existência de um respiro na sua visita entre uma obra e outra. No caminho entre uma galeria e a próxima você descansa a vista e a cabeça admirando o paisagismo (e o mato!) de Inhotim. Dá tempo de refletir, digerir e ficar com vontade de entrar na próxima.
Inhotim
Depois da terceira galeria, me senti num parque temático de arte contemporânea. Um Universal Studios Islands of Adventure cabeça — em que as atrações não são brinquedos, mas galerias de artistas. (Até brinquei: põe uma montanha russa, e dá pra inaugurar uma filial na Flórida!)
Galeria de Miguel Rio Branco no Inhotim
Miguel Rio Branco no Inhotim
Miguel Rio Branco no Inhotim
Mais uma semelhança: já está difícil visitar o museu inteiro num dia só. Novas galerias ocupam espaços mais distantes da entrada. A terceira onda do Inhotim são as instalações site-specific: o artista selecionado escolhe um local determinado (a specific site…) e cria não apenas a obra para aquele lugar, como interefere na concepção do edifício que vai abrigar a obra. Me belisca: tamo mesmo no Brasil?
Galeria de Doug Aitken no Inhotim
Não vou destacar obras, porque sei que não vi algumas das mais bacanas. (Minha visita foi feita na carona de uma press trip para mostrar as novidades 2010 a jornalistas de arte e cultura, então não deu tempo de conferir muitas das obras emblemáticas do Inhotim.) Acho mais importante dizer que, se você puder, estenda a sua visita em mais um dia. Ou fique com mais uma desculpa para voltar o mais breve possível a Belo Horizonte.
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no InhotimRicardo Freire • 22 setembro, 2010

Postagem de Artes_ Apropriação

                                                          Apropriação 

Outros Nomes: Simulacionismo 

 Definição: O termo é empregado pela história e pela crítica de arte para indicar a incorporação de objetos extra-artísticos, e algumas vezes de outras obras, nos trabalhos de arte. O procedimento remete às colagens cubistas e às construções de Pablo Picasso e Georges Braque, realizadas a partir de 1912. Nesse momento do cubismo sintético, elementos heterogêneos - recortes de jornais, pedaços de madeira, cartas de baralho, caracteres tipográficos, entre outros - são agregados à superfície das telas. As apropriações, na base das colagens, representam um ponto de inflexão na arte do século XX, na medida em que libertam o artista do jugo da superfície. Desde esse momento, a técnica é largamente empregada em diferentes escolas e movimentos artísticos, com sentidos muito variados. Picasso encontra no novo recurso um instrumento de experimentação inigualável, que tem início com Copo e Garrafa de Suze, 1912.


Postagem e Artes_ Dadaísmo

O dadaísmo foi um movimento artístico que surgiu na Europa (cidade suiça de Zurique) no ano de 1916. Possuía como característica principal a ruptura com as formas de arte tradicionais. Portanto, o dadaísmo foi um movimento com forte conteúdo anárquico. O próprio nome do movimento deriva de um termo inglês infantil: dadá (brinquedo, cavalo de pau). Daí, observa-se a falta de sentido e a quebra com o tradicional deste movimento.

Características principais do dadaísmo:

           - Objetos comuns do cotidiano são apresentados de uma nova forma e dentro de um                         contexto artístico;
- Irreverência artística;
- Combate às formas de arte institucionalizadas;
- Crítica ao capitalismo e ao consumismo;
- Ênfase no absurdo e nos temas e conteúdos sem lógica;
- Uso de vários formatos de expressão (objetos do cotidiano, sons, fotografias, poesias, músicas, jornais, etc) na composição das obras de artes plásticas;
- Forte caráter pessimista e irônico, principalmente com relação aos acontecimentos políticos do mundo.

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Inhotim terá programação especial dedicada à fotografia

Em referência ao Dia Mundial da Fotografia, comemorado em 19 de agosto, instituto vai realizar exposições e oficinas, entre outras atividade

Pavilhão dedicado ao fotógrafo Miguel Rio Branco (Daniela Paoliello/Divulgação)
Pavilhão dedicado ao fotógrafo Miguel Rio Branco


O Dia Mundial da Fotografia é comemorado em 19 de agosto. Este ano, o Instituto Inhotim preparou programação especial dedicada a essa linguagem.

Nos jardins, as estações Fotocaixas e Fotografia da Memória revelam segredos dos laboratórios de imagens. Nos fins de semana, das 11h às 15h, o visitante tem à disposição a oficina Das experiências científicas às experiências da arte, voltada para técnicas do fotograma e do pinhole.

Outro programa bacana: a visita especial ao pavilhão dedicado a Miguel Rio Branco, mestre da fotografia brasileira. Nos fins de semana, o grupo sai da recepção do Inhotim às 14h30.

A agenda se estende às redes sociais. Fotos do parque publicadas no Instagram com a hashtag #inhotim podem ser visualizadas na galeria disponível na página do instituto no Facebook. Imagens clicadas pelos visitantes compõem a linha do tempo da instituição

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

arte conteporanea
 
A arte contemporânea é construída não mais necessariamente com o novo e o original, como ocorria no Modernismo e nos movimentos vanguardistas. Ela se caracteriza principalmente pela liberdade de atuação do artista, que não tem mais compromissos institucionais que o limitem, portanto pode exercer seu trabalho sem se preocupar em imprimir nas suas obras um determinado cunho religioso ou político.

Esta era da história da arte nasceu em meados do século XX e se estende até a atualidade, insinuando-se logo depois da Segunda Guerra Mundial. Este período traz consigo novos hábitos, diferentes concepções, a industrialização em massa, que imediatamente exerce profunda influência na pintura, nos movimentos literários, no universo ‘fashion’, na esfera cinematográfica, e nas demais vertentes artísticas. Esta tendência cultural com certeza emerge das vertiginosas transformações sociais ocorridas neste momento.
Os artistas passam a questionar a própria linguagem artística, a imagem em si, a qual subitamente dominou o dia-a-dia do mundo contemporâneo. Em uma atitude metalingüística, o criador se volta para a crítica de sua mesma obra e do material de que se vale para concebê-la, o arsenal imagético ao seu alcance.
Nos anos 60 a matéria gerada pelos novos artistas revela um caráter espacial, em plena era da viagem do Homem ao espaço, ao mesmo tempo em que abusa do vinil. Nos 70 a arte se diversifica, vários conceitos coexistem, entre eles a Op Art, que opta por uma arte geométrica; a Pop Art, inspirada nos ídolos desta época, na natureza celebrativa desta década – um de seus principais nomes é o do imortal Andy Warhol; o Expressionismo Abstrato; a Arte Conceitual; o Minimalismo; a Body Art; a Internet Street e a Art Street, a arte que se desenvolve nas ruas, influenciada pelo grafit e pelo movimento hip-hop. É na esteira das intensas transformações vigentes neste período que a arte contemporânea se consolida.
Ela realiza um mix de vários estilos, diversas escolas e técnicas. Não há uma mera contraposição entre a arte figurativa e a abstrata, pois dentro de cada uma destas categorias há inúmeras variantes. Enquanto alguns quadros se revelam rigidamente figurativos, outros a muito custo expressam as características do corpo de um homem, como a Marilyn Monroe concebida por Willem de Kooning, em 1954. No seio das obras abstratas também se encontram diferentes concepções, dos traços ativos de Jackson Pollok à geometrização das criações de Mondrian. Outra vertente artística opta pelo caos, como a associação aleatória de jornais, selos e outros materiais na obra Imagem como um centro luminoso, produzida por Kurt Schwitters, em 1919.
Os artistas nunca tiveram tanta liberdade criadora, tão variados recursos materiais em suas mãos. As possibilidades e os caminhos são múltiplos, as inquietações mais profundas, o que permite à Arte Contemporânea ampliar seu espectro de atuação, pois ela não trabalha apenas com objetos concretos, mas principalmente com conceitos e atitudes. Refletir sobre a arte é muito mais importante que a própria arte em si, que agora já não é o objetivo final, mas sim um instrumento para que se possa meditar sobre os novos conteúdos impressos no cotidiano pelas velozes transformações vivenciadas no mundo atual.